por Denis Jorge Hirano
O mundo como vejo,
Às vezes se apresenta gracioso,
Às vezes rebelde, as vezes tedioso.
O mundo como vejo,
Às vezes se apresenta grandioso,
Às vezes faz todo o sentido… às vezes, é como um louco.
Às vezes me acolhe,
Às vezes me aperta,
Às vezes me sacode,
Às vezes um alerta.
Às vezes, ouço aplausos!
Às vezes, uma longa vaia…
Mas o pior é o seu silêncio:
Quem no meio de uma grande história, subitamente, se cala?
E o mesmo mundo que me acompanha,
De repente, se afasta.
Que em muitas vezes me empurra
Muitas vezes, me atrasa.
Mas sei que, o modo de como o vejo
É o mesmo modo de como o mundo me vê também…
E quando, enfim, atingimos uma mesma sintonia
Os meus versos ganham cores,
E esse mesmo mundo, poesias.
E tudo passa a valer a pena…
E nessas horas passo a entender
Que fazer parte desse mundo é a recompensa.
Joinville, 09 de Março de 2026
Esse escrito faz parte do livro
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