por Denis Jorge Hirano
Não somos donos de nada,
Tudo pertence a todos
Será tão difícil aceitar?
Vivendo de gravatas como tolos?
O dinheiro é só uma ilusão,
Fronteiras e passaportes também…
Por que me impedem de prosseguir
Nessa terra de ninguém?
Dizem que tenho ideias de índio,
Dizem que tenho uma alma indígena,
Palavras debochadas em seus sorrisos,
Não enxergam o caos de nossas próprias tribos…
Se experimentássemos por um dia
A liberdade dos índios
Dos sentimentos o egoísmo,
Certamente, o mais carente…
E se todos fôssemos indígenas
O respeito, o amor e a empatia
Princípios moldados diante toda a natureza
Esse planeta estaria, ainda assim, tão doente?
Joinville, 05 de Janeiro de 2026
Esse escrito faz parte do livro
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