SOL SERENO

por Denis Jorge Hirano

Eu dizia não ao anoitecer
Só queria sentir mais um pouco daquela tarde tranquila
Pouquíssimas nuvens a aparecer
Lágrimas lentas no meu rosto áspero assim escorriam

 

Jogadas as armas, jamais usadas,
Em um banco improvisado de vista ao horizonte…

 

Nessa vitória me tragaria alívio ou más lembranças?
A vitória conquistada por persistência ou pura sorte?
Será cedo demais para trazer medo a si mesmo?
A recompensa desejada seria apenas vaidade?

 

Um novo mundo está por vir
E já não sei bem de onde eu vim…

 

Por onde recomeçar?
Em que fim isso tudo vai dar?

 

Pensei que tudo tivesse acabado…
Mas são as mesmas perguntas

 

De quando tudo isso tinha começado…

Joinville, 09 de Março de 2026

Esse escrito faz parte do livro

O Invisível em Rimas Primárias 

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