por Denis Jorge Hirano
Eu decido o fim de cada caminho meu
Eu sou o único dono de minha estrada
Eu tenho todo o conhecimento por onde andei
E tenho todo o direito de até onde acompanhá-la
Tenho em mãos o meu próprio destino
Tenho nos pés minha própria condução
Tenho nos olhos o horizonte que me espera
Tenho na mente o mapa dito do meu coração
Minha única bagagem é esse corpo que carrego
Minha única refeição é o ar que respiro
Meu único medicamento é o colírio de minhas lágrimas
E em todas as jornadas o suor que transpiro
Que venham as tempestades e os trovões!
Que surgem os terremotos e os furacões!
Que chamem o rei e todo o seu exército assassino!
Mas saibam, que desse meu caminho eu não desvio.
Joinville, 27 de Setembro de 2025
Esse escrito faz parte do livro
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